quinta-feira, 4 de março de 2010

When I fall in love... I think it'll be forever!


When I fall in love it will be forever
Or I’ll never fall in love

In a restless world like this is
Love is ended before it’s begun

And too many moonlight kisses
Seem to cool in the warmth of the sun

When I give my heart it will be completely
Or I’ll never give my heart

And the moment I can feel that you feel that way too
Is when I fall in love with you.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Poema meio bíblico

Eu que sou poeta
amigo das luzes foscas
da neblina
do arvoredo
sofro de amor doentio
fumo um cigarro
agarro-me à bebida
aquela que sofrida vim pedindo de bar em bar,
de caminho a caminho.

Vi ao longe uma luz,
não era um anjo,
estrelas não eram!
Não era socorro,
não era ao menos a solidão
que beira o cais
c'os navio de longe,
os marujos,os viajantes, os negros sobas.

Abri a janela do solário
a neblina cai fina
zune fino, trazendo fantasmas:
você não é jovem,
não é mais criança!
Quando chegara a ser menino,
fazia coisas de menino.
Agora que já não é mais menino,
faças o que é de adulto....
faças coisa de adulto!
Mas ainda me sobra o amor,
aquele que vem sorrateiro, sem eu esperar.
E daí que sou velho,
que discuto pertinências de adulto?

"Porque agora vemos como em  espelho?
obscuramente,
então veremos face a face?
Agora conheço em parte, 
ou então conhecerei como também sou conhecido?

Inda bem que agora  permanece a fé, a esperança e o Amor
 - estes três:
porém o maior deste é o
Amor!

(esse poema foi escrito pro Zé, este aí de baixo, de blusa xadrez em vermelho)!)

E agora, José Victor Oliva?


E agora, José?

A festa acabou,
 luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?

você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?


Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?


E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?


Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?


Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !


Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, pra onde?

Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Não me leve a mal, hoje é Carnaval...






O meu ganzá faz chica chica boom chic
p'rá eu cantar o "Chica Chica Boom Chic"
Com a canção do "Chica Chica Boom Chic

meu coração faz chica chica boom chic

E vem a saudade da Bahia

onde o samba tem, canjerê também

numa batucada

Boom chic boom boom boom boom

É brasileiro o chica chica boom chic

com um pandeiro fazendo o chica boom chic

E para terminar chica chica boom chic

vocês devem cantar o "Chica Chica Boom Chic"

Boom chic boom boom boom boom

You don't make sense the "Chica Chica Boom Chic"

But it's meant to chica chica boom chic

That's all you've got to say

Chica chica boom chica chica boom chica chica boom